Bebê de 11 meses tem dedo decepado em hospital do Paraná

Um bebê de 11 meses teve o dedo mindinho da mão esquerda decepado no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba, no Paraná. De acordo com a mãe da criança, Jaqueciane Moraes, uma funcionária do centro médico errou um procedimento e acabou cortando o dedo com uma tesoura.

Segundo reportagem do G1, o menino Kauan Mateus chegou ao hospital para tratar da Síndrome de Wolff-Parkinson-White, uma doença que atinge o coração. Uma enfermeira teria tentado retirar um cateter com a tesoura e causou o ferimento.

“Ele estava com o cateter e a enfermeira foi tirar com a mão. Acho que ela ficou com preguiça e usou uma tesoura. Aí, acabou pegando o dedinho. Eu estava junto, vi tudo, outros pacientes viram”, disse a jovem para o G1.

O corte foi tão profundo que, segundo a mãe, não foi possível reconstruir a parte decepada do dedo. “Explicaram que o corte foi muito profundo, pegou quase o dedo inteiro e, por isso, não dá para fazer reconstrução. Vai ter que ficar assim, amputado”.

Jaqueciane conta que, depois de acalmar o filho, procurou a enfermeira para conversar. “Não achei mais. O hospital me informou que ela já foi afastada”, disse ao G1.

HOSPITAL INVESTIGA

Por nota, o hospital informou que lamenta o acidente e investiga a conduta da funcionária. A instituição não informou se foi uma enfermeira ou técnica de enfermagem que realizou o procedimento. 

“O Hospital Pequeno Príncipe há quase 100 anos se dedica com afinco a causa da saúde infantojuvenil. Referência em mais de 30 especialidades pediátricas, busca aprimoramento constante em todas as dimensões do cuidar. Conta com equipe técnica multidisciplinar focada em estudar os processos e revisar condutas de atendimento que definem a melhor prática em cada procedimento.

Lamentavelmente podem acontecer incidentes, como o ocorrido no dia 12 de dezembro de 2016. A instituição formalizou investigação e está apurando os fatos. Durante o processo o colaborador permanecerá afastado. Todas as medidas estão sendo tomadas para amparar a criança e a família. Equipe multidisciplinar foi designada para acompanhamento integral do paciente.”.

 

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15/12/2016

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