Moradores reclamam de esgoto a céu aberto em ruas da Santa Amélia

Falta de estrutura gera transtornos no loteamento Pedro Barbosa.
Segundo a Seminfra, pavimentação está prevista no orçamento de 2017.

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Moradores do loteamento Pedro Barbosa, que fica no bairro da Santa Amélia, em Maceió, reclamam da falta de estrutura das ruas e cobram que a prefeitura de Maceió inclua a localidade nos programas de saneamento e reconstrução de vias.

Alojados no bairro há mais de 20 anos eles reclamam das condições do lugar que não possui calçamento, favorecendo abertura de esgoto a céu aberto e a proliferação de insetos, prejudicando a saúde das famílias que moram no lugar.

A reportagem do G1 foi informada pela assessoria da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Urbanização (Seminfra) de Maceió que a pavimentação asfáltica do loteamento está prevista no orçamento de 2017. E sobre a situação do sanemento, que a responsabilidade do serviço público é da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal).

À reportagem, a Casal informou, também através de assessoria de impressa, que a Companhia não opera esgotamento sanitário da área. Ficando assim, ainda de acordo com a assessoria, a responsabilidade pelo esgoto da localidade a cargo dos moradores, que devem construir fossas para coletar dejetos e esgoto.

Transtornos
Diante da situação, famílias que vivem nas ruas Pedro Barbosa, Boa Esperança e Botafogo improvisaram passarelas e aterros para evitar que o esgoto se espalhe na frente das casas e no meio da via por onde diariamente trafegam adultos, idosos e crianças.

Segundo o morador Adalberto Ferreira da Silva, há mais de 5 anos uma cratera se formou na rua Boa Esperança devido a concentração de esgoto.

“Sem saneamento em época de chuva, a situação se agrava ainda mais porque o buraco é coberto pela água, que fica acumulada porque não tem para onde ir. Com isso, já tivemos casos de carros atolados e até mesmo acidentes com motociclistas que não têm conhecimento da cratera”, relata.

Moradora do conjunto há 22 anos, a dona de casa Aparecida Tavares disse que devido às más condições da rua, animais e insetos como sapos, cobras e mosquitos invadem as casas.

“Não estamos querendo nenhum tipo de privilégio. Queremos apenas o que é nosso de direito: um rua com condições melhores para viver. Porque assim com esse esgoto aberto e empoçado todo mundo vive adoecendo”, diz.

g1

07/12/2016

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